Evolução da Equitação - Resumo

24/03/2014 09:16

Você sabia que a Equitação é uma das artes mais antigas que temos praticado ao longo dos séculos?

Pois é, hoje neste artigo vamos começar a falar um pouco sobre essa evolução.

 

Tudo começou com um animal chamado "eohippus". É cavalo  evoluiu do “eohippus” , tendo fósseis encontrados na Inglaterra e América do Norte com aproximadamente 60 milhões de anos. O “eohippus” possuía cerca de 25 centímetros de altura.

Na verdade  história da humanidade sempre está associada à do Cavalo.

Isto tanto é verade que encontramos na Índia livros sagrados que relatam o Deus Sol montando um cavalo branco que se transforma em negro à noite. Já na China,, em 30000 A.C., o cavalo é conhecido e venerado.

Em 18000 A.C., povo nômade chamado de Hyksos, invadiram a península arábica, penetrado no Egito com seus cavalo árabes.

No Egito, em  15000 A.C., Cavalo utilizado sempre “engatado” e não era montado antes de Ptolomeu Sôter.


Fonte da Foto:Proascg8.pbworks.com/w/page/18659561/origem
 



Na dinastia dos Ptolomeus na Macedônia há monumentos e documentos gregos, textos egípcios onde podemos apreciar  o cavalo montado, mas ainda dominava o cavalo “engatado”. (esta dinastia governou até a conquista Romana do local).


600 anos antes de nossa era, na Pérsia, os partas montavam cavalos em pelo e  jogavam polo como exercício de guerra.

Na Mesopotâmia – no 4ª Milênio temos o surgimento do freio

No Século V – os Bizantinos inventam a Sela, os Estribos, os Loros e as Cabeçadas. A partir de então o cavalo já era montado e começou a ter uma importância fundamental para viagens, guerras, e caças.

1490 A.C. – o Guerreiro Kikkuli criou “tábuas hititas” que indicam os primeiros princípios da Arte Equestre, tratando de treino progressivo dos cavalos utilizados na tração de carros de combate.

 

Então o cavalo passou a ser usado no trabalho, nos transporte, nos passeios e nas guerras pelos mongóis, persas, egípcios e árabes.



No Século 3 A. C., Xenofonte, historiador e adestrador teorizou o treinamento e a prática da montaria esportiva, com princípios que rechaçam o uso da violência.


Nos Séculos 15 e 16 D.C., foi retomada o treinamento sem violência com objetivo de preparar cavalos e cavaleiros para guerra.

Em seguida o adestramento cresceu em forte ritmo tendo o nascimento de escolas do ramo como: Versalhes (1680), Cavalaria de Saumur (1834) e Espanhola de Viena (1735).

Na França, em 1800, François Baucher escreve vários livros sobre Adestramento e provoca  forte controvérsia e discussão sobre formas de adestrar. Até hoje alguns destes temas ainda são discutidos por todo o mundo.



Daí houveram vários grandes mestres entre eles:
Nuno de Oliveira, Alois Podhajski, General Decarptry, Frederico Caprilli, Etienne Beudant, Faverot de Kerbrech, James Fillis, Alexis L'Hote, Gustav Steinbrech, Comandante D'Aure, La Guérinière, Antoine Pluvinel, Frederico Grisone, etre outros.

Na França, em  1900, Caprilli inventou o “foward seat” – salto tradicional acompanhando o movimento do cavalo.

Nos primeiros jogos olímpicos houve apresentações como as de Adestramento em uma pista menor com finalização de dois a três saltos.

Somente em Estocolmo, em 1912, que os Jogos Olímpicos passaram a ter 3 modalidades: Salto, Adestramento e CCE, restrito para homens e militares.

Em Helsinque, em 1952, é que foi autorizado a participação de civis e mulheres nos Jogos Olímpicos Equestres.

Nos EUA, em Atlanta no ano de 1996, Brasil ganha a primeira medalha  de bronze por equipes no Salto.

Nos jogos olímpicos de 2005, na categoria Salto, Rodrigo Pessoa sagrou-se campeão olímpico montando Baloubet du Rouet.

Daí para frente o Brasil vem ganhando cada dia medalhas em competições internacionais, garantindo nosso nome como forte conocrrente no cenário hípico internacional, principalmente no Salto.

Temos muitos cavaleiros de ponta se destacando na Europa. Mas isso já é uma outra histório que deixaremos para a próxima !!